Ética e ciência: sobre o uso de animais

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Uma resposta ao texto “Por que animais são necessários à ciência?”, de Heitor Rosa, diretor da faculdade de medicina da UFG. Publicado originalmente em 2008 na revista eletrônica Pensata Animal. Atualmente disponível no blog Contato Animal.

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Deuses grandes surgiram depois da civilização, não antes

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O que veio primeiro – deuses que tudo vêem ou sociedades complexas? Deus Pai e Anjo, Guercino Giovan Francesco Barbieri via Wikimedia Commons

Original: https://theconversation.com/big-gods-came-after-the-rise-of-civilisations-not-before-finds-study-using-huge-historical-database-113801

Tradução: J. Carlos Horst. Revisão e tradução dos gráficos: Janos Biro.

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O labirinto do relativismo moral

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Este é um artigo que eu traduzi, com a permissão do autor, e que foi publicada na revista Inquietude, um periódico acadêmico da faculdade de filosofia da UFG. Trata-se de um artigo do professor Paul Boghossian sobre a possibilidade de falarmos de valores não-relativos.

Link da publicação: https://inquietude.xanta.org/index.php/revista/article/view/96/121

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Somos violentos por causa dos jogos, ou os jogos são violentos por causa de nós?

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Essa pergunta é, na verdade, a pergunta errada a ser feita. Afinal, como exatamente nós somos violentos? E como exatamente os jogos são violentos? Será que há alguma relação direta ou de causalidade entre uma sociedade violenta e jogos violentos? A solução seria menos jogos violentos ou uma sociedade menos violenta?

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O Livro de Eli

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“Uma civilização é destruída somente quando seus deuses são destruídos” – Emil Cioran

Esta frase abre o script[1] do filme O Livro de Eli. Para Gary Whitta, autor do script, o filme é sobre o poder destrutivo e pernicioso da religião[2]. Seu argumento sobre a religião pode ser resumido pelo discurso do antagonista, Carnegie (interpretado por Gary Oldman): A Bíblia é uma arma apontada para os corações e mentes dos fracos e desesperados. Sem ela não é possível expandir os limites da dominação das massas. Com ela, é possível reconstruir a civilização mesmo após um colapso.

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